Sol lança Clássicos Portugueses para crianças
São 12 as obras, re-escritas por diversos escritores portugueses destinadas aos mais novos, que o Sol vai começar a distribuir no sábado. O primeiro livro a avançar no âmbito da colecção Clássicos Portugueses Contados às Crianças é os Maias, seguindo-se-lhe O Amor de Perdição, Frei Luís de Sousa, A Relíquia, entre outras.Rosa Lobato Faria, José Luís Peixoto, Francisco José Viegas, Rui Zink, Clara Pinto Correia, entre a lista de escritores que se associaram ao novo projecto do semanário e se juntam a desenhadores que assinam as ilustrações concebidas.
Como explica José António Saraiva, «é um produto original, encomendado por nós de raiz. Não existia nada semelhante no mercado», salienta o director do semanário. Nesse sentido, este produto constitui «uma mais-valia para o jornal, é um produto de valor acrescentado, não se trata de uma vulgar oferta de um brinde». Os três primeiros livros são oferecidos com o jornal, os restantes custam 2,5 euros.
FONTE: Briefing
OFERTAS – UM JORNAL NÃO VALE POR SI?
1 Fevereiro - 2008 por João Simão
Se bem me lembro o SOL era um jornal que valia por si, sem brindes nem ofertas… Parece que a “guerra” das ofertas com os jornais é mais forte, o que nos leva a perguntar: Os jornais não valem por si?
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Sim é a guerra das ofertas mas com isto não quer dizer que o jornal vale mais ou menos. O mercado é que cada vez mais impoe este meio de marketing, o consumidor na hora da compra reage melhor com ofertas e isso está mais que provado não só em produtos como os jornais. Acho que as ofertas do Sol não denunciam qualquer diminuição de qualidade mas pelo contrário só está a seguir as tendências. Para além disso a oferta do Sol é das melhores ofertas de que estou a par é uma oferta pedagógica e cultural para crianças.
Independentemente do valor ou do tipo de oferta, o problema aqui é o da identidade e credibilidade do jornal Sol.
“Um Jornal de vale por si. Este semanário não oferece brindes nem faz promoções”.
O Sol tinha estas duas frases no topo da sua primeira página, manifestando-se contra a política de oferta de DVDs pelo jornal Expresso. Diziam naquela altura que se o Expresso estava a oferecer brindes era porque algo estava mal…
Mesmo dizendo que esta não é uma “vulgar oferta de brinde”, este semanário rompe com os valores que tinha proclamado no seu advento. Desta forma rompe também com a sua identidade…
Perdendo a identidade não perderá credibilidade?