“O jornalista é ameaçado pelo jornalismo colaborativo” “No jornalismo on-line há mais independência que em outros meios” “Não há espaço para grandes reportagens” “Quanto mais rápido a matéria sair, melhor” “Erros são perdoáveis devido à pressa” “A barra de rolagem inibe a leitura” “É preciso muitas imagens para atrair o leitor”
Estes são os sete mitos que o site brasileiro Escola de Comunicação encontrou depois de realizar um pequeno inquérito.
Concordam com estes mitos? Quais os verdadeiros e quais os fantasiosos? Há outros mitos?






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MANTÉM-TE ACTUALIZADO - LISTAGEM DE FEED'S
Não concordo com o sétimo mito. É verdade que as imagens atraem o leitor. Quanto menos palavras se utilizar melhor. Se fosse possível explicar tudo através de imagens e de gráficos, a notícia teria uma melhor recepção por não dar muito trabalho ao ler. É por isso mesmo que a informação em televisão tem um grande sucesso: mostra imagens e “não dá que ler”.
Mais mitos:
– predestinação para o jornalismo.
– objectividade
– quarto poder. “O Independente” afirmava-se como tal…
Não concordo com alguns dos mitos, como por exemplo, o quinto e o sexto.
Em primeiro lugar os erros jornalísticos claro que existem e vão sempre existir, mas não devem de maneira alguma serem levados de ânimo leve sob pena de o próprio jornalista diminuir a sua credibilidade perante o leitor. Cada vez mais o leitor é exigente perante as informações que provêem de profissionais da comunicação, já que eles têm o dever de verificar a informação que divulgam.
Em segundo lugar acho que a barra de rolagem não inibe a leitura mas pelo contrário propõe ao leitor informação adicional. Um leitor interessado na notícia sendo esta online é um leitor atento e interactivo, logo a sua distracção perante a barra de rolagem é menor.
Escrever para a web é, na minha opinião,um dificil.Se por um lado devemos ser sucintos por outro é necessário dar-mos bastante informação para os mais curiosos.Não concordo de todo com o mito numero 3, penso que existe espaço para grandes reportagens na web.Tal como acontece nas noticias da web também a reportagem pode ser traçada por traços gerais e quem quiser saber mais pode aprofundar o conhecimento montando o puzzle da reportagem da web.Penso até que a reportagem na web pode fornecer muito mais informação de qualquer outro tipo de reportagem já que os instrumentos para trabalhar na web são muitos (animações, videos, audios). Também não acredito no mito 7, penso que as noticias tem as imagens que forem relevantes,claro que uma imagem chamativa vai atrair mais a atenção dos leitores ma sisso também acontece nos jornais.Quem lê as notucias na web, na maioria dos casos quer ficar a saber o que se passa no mundo em 2 ou 3 linhas, não é preciso “cativar” o leitor a ler uma vez que são estes queprocuram as noticias. Não digo com isto que as imagens não sejam importantes mas não acredito que sejam precisas muitas imagens para atrair, mais vale uam imagem boa do que muitas más ou do mesmo.
Concordo com a maioria dos mitos, mas considero o terceiro e o sétimo falsos.
Creio que é importante que haja também na internet grandes reportagens, sendo que elas continuam a ter tanta importância neste meio de comunicação, como em qualquer outro. É óbvio que dá muito mais trabalho a produzir, mas provavelmente dá maior gosto ao internauta de ler, ver e ouvir, devido à maior variedade de multimeios.
Penso ainda que o sétimo está errado porque não é necessariamente pela quantidade de imagens que os internautas vão centrar a sua atenção numa determinada notícia… é claro que também ajuda, mas o título também é pensado para chamar a atenção do leitor.
Na minha opinião, os outros mitos podem ser considerados verdadeiros, ou quase…
É certo e sabido que, actualmente o jornalismo é sobretudo velocidade. O que mais interessa é ser-se o primeiro a editar uma notícia e assim conseguir o mérito de ser o mais rápido. Não que esta faculdade não seja importante porque na realidade, é e muito. Contudo, é necessário ter em conta os erros grosseiros que são dados por muitos jornalistas e que teimam em afirmar que é por causa da rapidez. Existem coisas que devem ser tidas em consideração e não cometer muitos erros é uma delas. As reportagem estão cada vez mais em voga por isso acho que o seu desaparecimento não irá suceder até porque´são as grandes reportagens, que não se querem cansadoras, que muitas vezes prendem o ouvinte, telespectador ou leitor. Contudo outros mitos falsos e verdadeiros fazem parte do dia a dia do jornalista mas é necessário desmistificá-los e tornar o seu angulo de acção mais claro e pertinente.RM
Não concordo com o 3,5 e 7. Na minha opinião há sempre espaço para boa informação na net, uma grande reportagem se for bem produzida capata a atenção. Também é verdade que hoje em dia as reportagens têm vindo a tornar-se cada vez mais curtas. No entanto tem tanta importância como outro género jornalístico.
Escrever on-line exige velocidade no entanto não quer dizer que os erros sejam constantes. O jornalista deve ter em atenção como escreve e se escreve bem. Os erros são comuns em qualquer pessoa mas não exageradamente.
Por ultimo acho que as imagens são muito relevantes e cativam muito a atenção do leitor, mas não quer dizer que quantas mais melhor. Às vezes uma boa imagem basta ou um bom titulo que desperte no leitor curiosidade. Uma noticia curta, concisa que explique o mais importante é suficiente.
As novas tecnologias troxeram inumeras vantagens… A possibilidade de se fazer jornalismo on-line é uma delas. No entanto, e tal como em todas as profissões, esta novo campo de actividade dos jornalistas não está livre de mitos, estereótipos, preconceitos…chamem-lhe o que quizerem.
Contudo não concordo com alguns dos referidoa na listagem apresentada. o número 3, 5 e 7 não merecem a minha aprovação.
O número 3 diz que “não há esspaço para grandes reportagens”. Descordo totalmente. A meu ver o jonalismo on-line é aquele que oferece melhores condições para a elaboração de grandes reportagens. Falo de tempo, espaço e questões financeiras é claro.
Por outro lado, tambem não concordo quuando se diz que “erros são perdoáveis devido à pressa”. Os erros nunca são perdoaveis, compreendem
-se em alguma circunstâncias… O maior ou menor número de erros pode distinguir um bom de um optimo jornalista.
E para finalizar, as imagens não são tudo. São um complemento da informação escrito, algo contextualizado. Assim, não concordo quando se afirma que “é necessário mais imagens para atrair o leitor”
Cabe à nova geração provar o contrário…
Essa lista de Mitos do Jornalismo quanto a mim, para além de muito incompleta está mal elaborada. Deve ter sido feita à pressa (a mesma que é referida no 5ºmito). O exemplo mais berrante é a referência à “barra de rolagem” como inibidora de leitura, quando quanto a mim, deveria servir como estimulo para a noticia em si.
Quem fez esta lista deveria estar muito ocupado para perceber o que estava a escrever. Dos sete mitos aqui falados apenas concordo a fundo com o terceiro. E isso acontece porque em é dos poucos tipos de jornalismo em que a informação pode estar sempre em actualização. E não é necessário esperar pela hora do Jornal da Noite ou da edição seguinte de um determinado jornal. Outros mitos podem ser adaptados a qualquer outro tipo de jornalismo. Como o sete. Em qualquer reportagem ou peça o uso de imagens é fundamental seja em televisão, jornal. Perdoar erros porque foi feito à pressa?? Não sei que tipo de jornalismo é este.