86 journalists killed in 2007 – up 244% over five years
In 2007:
- 86 journalists and 20 media assistants were killed
- 887 arrested
- 1,511 physically attacked or threatened
- 67 journalists kidnapped
- 528 media outlets censored

7 Janeiro - 2008 por João Simão
86 journalists killed in 2007 – up 244% over five years
In 2007:

Que jamais alguem ouse duvidar do poder do jornalismo… Caso contrário nada disto se verificava!
A liberdade de expressão, infelismente, não é algo que seja visto com bons olhos por todos. A prova disso mesmo é esta sondagem.
Tal como quase todas as grandes conquistas ainda se vai derramar muito sangue para que esta direito ‘reine’ plenamente, seja aceite e proclamado…
Restanos continuar a exerce-lo apesar de todas as adeversidades…baixar os braços seria deitar por terra a luta daqueles que ja perderam a vida por apreguarem este valor.Não estou, contudo, a insitar a lutas pessoais ou algo que se pareça…Apenas a lembrar que todas as escolhas tem as suas consequências e adquirir a liberdade de expressão como um deles é o exemplo.
Quem pensar que o jornalismo é uma actividade fácil e segura, pode verificar pelos dados a conhecer que não é assim.
Apenas quem trabalha por amor a uma causa ou profissão, é capaz de ultrapassar todos os obstáculos que se lhe vão deparando pelo caminho. Muitas vezes é a própria vida que se joga ao exercer esta profissão. No entanto, muitas vezes também se salvam ou melhoram vidas ao exercer o jornalismo. Esta profissão deve ser, na minha opinião, exercida por pessoas que defendam causas. Que tenham um alto sentido do que significa o termo cidadania e que ponham em primeiro lugar a ética profissional e não cedam à tentação fácil do protagonismo pessoal.
Muios são os afirmam a existência de um quarto poder, sendo este a comunicação. O poder do jornalismo está gradualmente a criar raízes profundas na sociedade.
Sendo este serviço um quarto poder tem por obrigação informar, denunciar, averiguar e questionar prometendo a sociedade a verdade e a realidade do mundo onde vivem.
Os jornalistas que viajam pelo mundo com o objectivo de revelar factos e procurar a verdade mesmo em locais de grandes conflitos, enfrntando diariamente perigos demonstram uma grande bravura e amor á profissão. É pena não serem reconhecidos como tal e estes acontecimentos como capturas ou assassinatos de jornalistas sem fronteiras não serem divulgados e tratados.
Convém dizer que em muitos casos apenas me recordo de um que tenha sido devidamente tratado pela comunicação e reconhecido pela sociedade sendo este o célebre rapto de Daniel Pearl repórter do jornal Wall Stret por terroristas no Paquistão que mesmo com a dedicação da sua mulher numa constante luta para que o seu marido não fosse esquecido acabou por morrer de uma forma indigna para qualquer ser humano.